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Arquivo de etiquetas: Engenharia Genética

Por Ciência Em Dia
Publicado por Whatafolha
Segunda-feira, 24 de agosto de 2009.

Saguis brasileiros transgênicos e fluorescentes são produzidos no Japão
Saguis brasileiros transgênicos e fluorescentes produzidos no Japão – Filhotes de sagui-de-tufos-brancos (Callithrix jacchus)

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TÓQUIO (JAP) – Pub. 27 de maio ( Whatafolha ) – O periódico científico Nature traz em sua edição de amanhã uma notícia perturbadora, ao menos para alguns leitores deste blog: pesquisadores do Japão liderados por Erika Sasaki (que desconfio ser brasileira, uma fisioterapeuta formada na PUC-PR em 1999, mas ainda não consegui confirmar a informação) conseguiram criar um sagui transgênico capaz de transmitir o gene extra – no caso, para produzir uma proteína fluorescente verde (GFP) – à sua prole.

Não são os primeiros macacos geneticamente modificados, mas sim os primeiros que tiveram o transgene incorporado à sua linhagem germinativa de células. No caso, uma macho cujos espermatozóides carregam o trecho de DNA introduzido para o bicho adquirir um brilho verde sob luz ultravioleta (o gene GFP é em geral usado como marcador, pois sua incorporação pelo organismo modificado pode ser facilmente constatada). Os dois macaquinhos da foto são filhotes dele.

Por The Whataheal Times
Publicado no Folha Whataheal – Segunda-feira, 24 de agosto de 2009.

JAPONESES CRIAM O 1º MACACO FLUORESCENTE DO MUNDO

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TÓQUIO – Pub. 24 de agosto (Whatafolha) – Pesquisadores japoneses criaram a primeira linhagem de macacos geneticamente modificados para adquirir uma cor verde fluorescente sob o efeito de raios ultravioletas, abrindo novas perspectivas para as pesquisas médicas, segundo um estudo publicado ontem na revista britânica Nature.

Os cientistas da equipe de Erika Sasaki, do Instituto Central de Experiências em Animais da Universidade Keio, introduziram nos embriões de sagüis-do-nordeste (Callithrix jacchus) a proteína fluorescente GFP, originalmente extraída das medusas, com a ajuda de um vírus.Os embriões foram implantados, em seguida, em sete mães portadoras, sendo que três abortaram e as outras quatro deram à luz cinco filhotes. Na segunda geração, o gene da GFP estava presente nas células reprodutoras de dois desses cinco macacos. Um dos dois a transmitiu para a geração seguinte.

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